Corinthians em fotos

CORINGÃO MEU AMOR ( EM FOTOS)

INSUPORTAVELMENTE CORINTHIANS!
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segunda-feira, 20 de maio de 2013

Timão lança camisa comemorativa dos 27 títulos do Paulistão

O Corinthians não perdeu tempo e lançou nesta segunda--feira, a camisa comemorativa pelo 27º título do Campeonato Paulista, conquistado pelo Timão no último domingo, após o empate por 1 a 1 com o Santos, na Vila Belmiro.


O uniforme, disponível em branco e na versão listrada, vem com o número 27 nas costas e a hastag #naoparanunca.

Os dois modelos da camisa já podem ser adquiridos em pré-venda e têm entrega prevista a partir do dia 29 deste mês. O preço é R$ 219,90

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Corinthians lança cachaça Oficial

O Corinthians acaba de anunciar mais um produto licenciado: A cachaça do Timão. Visando fortalezar e estreitar a relação clube e torcedor, a bebida foi anunciada nesta sexta-feira, dia 3. A parceria para licenciamento de tal produto foi feita com a Cachaça Seleta.


Segundo a empresa responsável pela bebida, unir duas paixões nacionais - cachaça e futebol - é algo capaz de criar uma experiência única e plena. Ainda de acordo coma companhia, a bebida é "marcante" e representa com maestria toda a tradição do Corinthians. Envelhecida por dois anos em tonéis de umburana (madeira brasileira nativa do norte de Minas), a Cachaça tem 42% de teor alcoólico.

Em sua produção, são utilizadas canas rigorosamente selecionadas, o que confere à bebida sabor suave e amadeirado, e aroma agradável. A bebida é produzida na cidade de Salinas, MG, considerada a Capital Mundial da Cachaça, que em 2012 recebeu o Selo de Indicação Demográfica certificado pelo INPI - instituto Nacional da Propriedade Industrial. A Cachaça Seleta é, hoje, a artesanal mais consumida no país. 

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dia do Goleiro - Historiador do Corinthians lista os 10 maiores

Nesta sexta-feira é comemorado o dia do goleiro. Para comemorar, o site oficial do Corinthians pediu ajuda do jornalista, pesquisador e historiador Celso Unzelte, que listou os 10 maiores goleiros da história Corinthiana. Saiba quem foram os principais arqueiros da lista que, como não poderia ser diferente, inclui Cássio, fundamental nas conquistas da Copa Libertadores e do Mundial de Clubes de 2000.

Cássio

Nascido em Veranópolis-RS, no dia 06 de junho de 1987, o gigante de 1,95m não tardou a cair nas graças da Fiel. Com atuações seguras no ano em que o Timão faturou a sua primeira Libertadores e o Bi Mundial de Clubes da FIFA, foi eleito neste último o melhor jogador da competição.


Dida

Frio, tímido e vencedor. Este é Dida, um dos grandes goleiros que a Fiel já viu. Protagonizou momentos inesquecíveis, como os dois pênaltis defendidos de Raí, em 1990. Levantou as taças do Mundial de Clubes da FIFA de 2000, do Brasileiro de 1999, da Copa do Brasil de 2002 e do Rio-São Paulo, também em 2002.


Ronaldo Giovanelli

Paulistano e nascido no dia 20 de novembro de 1967, Ronaldo Giovanelli defendeu o Corinthians de 1986 a 1998, em 601 oportunidades. Logo em sua estreia, parou a penalidade cobrada pelo ídolo São-paulino Darío Perevra. Conquistou os Paulistas de 1988, 1995 e 1997, o Brasileiro de 1990 e a Copa do Brasil de 1995


Tobias

Natural de Agudos-SP, do dia 13 de maio de 1949, fez história em 125 jogos entre 1975 e 1978. Participou de dois dos momentos mais importantes da trajetória alvinegra, em 1977, quando foi o goleiro da conquista do Paulistão, e em 1976, ao defender dois pênaltis do Fluminense, na Ivasão Corinthiana.


Ado

Em 205 jogos, Ado surpreendeu pelo bom desempenho mesmo na reserva de Lula, titular do Timão que estava defendendo a Seleção Brasileira nas Eliminatórias. Curiosamente, em pouco tempo se tornou o segundo goleiro do Brasil e integrou o grupo que levantou o Tri Mundial, no México, em 1970. Nasceu em Jaraguá do Sul-SC, em 04 de julh de 1946.


Gilmar 

Natural de Santos, do dia 22 de agosto de 1930, Gilmar jogou pelo Corinthians durante 10 anos e foi o "supremo guardião do Campeão do centenário", segundo a faixa de um torcedor na festa do título paulista de 1954. Conquistou os Paulistas de 1951, 1952 e 1954, além do Rio-São Paulo também em 1954. Foi bicampeão da Copa do Mundo em 1958 e 1962.


Cabeção

Formado no clube, Cabeção disputou 330 jogos com a camisa do Corinthians e fez parte do grupo da Seleção Brasileira que jogou a Copa do Mundo de 1954, na Suíça. Paulistano, nasceu no dia 23 de agosto de 1930 e foi campeão dos Paulistas de 1951 e 1954, e do Rio São-Paulo de 1953.


Bino

Ganhou o apelido de "Gato Preto" por se vestir inteiro de preto nas partidas. Conquistou o Rio-São Paulo de 1950 e disputou 234 jogos. Nasceu em Antonina-PR, no 10º aniversário do Corinthians, em 1º de setembro de 1920. Faleceu em 30 de agosto de 1979.


Tuffy

Apenas 77 jogos foram suficientes para que Tuffy se tornasse "O Satanás". Vestia-se todo de preto e usava grandes costeletas. Nasceu em Santos e faleceu em São Paulo no dia 04 de dezembro de 1935.

Tuffy defendendo o gol corinthiano na partida em que o clube foi campeão Estadual de 1929.


Casemiro do Amaral

Natural de Lisboa, Casemiro nasceu no dia 14 de setembro de 1892 e faleceu precocemente em 08 de outumbro de 1939. Defendeu a Seleção Brasileira em seus oportunidades e Corinthians em 20.


quinta-feira, 18 de abril de 2013

'Gol de muro' - Gols históricos!

O Corinthians lançou em 2012 o "GOL DE MURO". Um muro gigantesco montado próximo aos campos de treinamento, que traz as ilustrações de gols históricos e marcantes na história alvinegra. Apesar de ter uma aparência idêntica à de uma parede de cimento, o 'muro', na verdade, é uma lona gigantesca que se estende pelo CT Corinthiano. 



Ronaldo, foi o primeiro desenho do muro que fez a referência ao primeiro gol do camisa 9 com a camisa alvinegra, no último minuto de duelo contra o Palmeiras, pelo Paulista de 2009


Tupãzinho - A imagem retrata o jogador dando um carrinho para superar Zetti e marcar o gol da vitória por 1 a 0 do Corinthians sobre o São Paulo, que rendeu ao Timão o inédito título do Campeonato Brasileiro de 1990


Viola foi homenageado com o gol contra o Guarani, na final do Paulistão de 1988. Na prorrogação foi que se definiu o campeão Paulista, logo aos 4 minutos, Wilson Mano chutou cruzado e Viola se estivou todo,marcando de carrinho o gol do título.
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O gol de Neto escolhido pelo clube foi o de falta no duelo contra o Flamengo, em 1991, pelo Campeonato Brasileiro. Em uma cobrança de falta, quase na linha do meio-campo, que entrou no ângulo. Um golaço! 


Basílio e seu memorável gol pela decisão do Campeonato Paulista de 1977, quando fez o gol que livrou o Corinthians do jejum de quase 23 anos sem títulos.  A imagem retrata um torcedor enrolado em uma bandeira que atravessou o campo do Morumbi apos o titulo em 77.


Katia viúva de Sócrates recebeu a homenagem que retrata o gol marcado por Sócrates na vitória por 2 a1 sobre o São Paulo, já no fim do segundo tempo, no Paulistão de 1979. O resultado empurrou o Timão rumo à final e ao título estadual daquele ano.


O proximo 'Gol de Muro' será escolhido pela Fiel Torcida. A defessa de Cássio contra o Vasco, o cabeceio de Paulinho no mesmo gol, o gol de Romarinho em La Bombonera, a arrancada de Emerson na final e o gol de Guerrero contra o Chelsea. Os cincos lances, tão marcantes na memória do torcedor Corinthiano são as opções para o Gol de muro.

É só acessar e curtir o seu preferido


sábado, 23 de março de 2013

O drama dos Brasileiros presos na Bolívia

Na Inglaterra do século XVIII, uma forma de tortura assombrava os prisioneiros. Quando nevava ou chovia forte, eles eram obrigados a passar as madrugadas ao relento, distantes uns dos outros para evitar que se aquecessem, e completamente nus. Na Bolívia do século XXI, seis brasileiros foram arrancados, durante a noite, de suas celas na Penitenciária de San Pedro, em Oruro, levados ao pátio aberto e forçados a tirar a roupa. Ficaram assim durante 30 minutos e a uma temperatura próxima de zero grau. Nos gulags, os campos de confinamento de presos políticos erguidos na União Soviética de meados do século passado, os detentos rebeldes eram trancafiados em um quarto escuro, sem janela e banheiro, e ali ficavam vários dias em meio a fezes e restos de alimentos. Na Bolívia do século XXI, alguns brasileiros foram levados para um cárcere – o “calabouço”, como os guardas chamam esse lugar – sem acesso a luz natural e desprovido de vaso sanitário, e lá permaneceram até que alguém achasse que o castigo era suficiente.

Tudo isso é grave, tudo isso é bárbaro, mas a afronta que remete a um passado sombrio é ainda mais repulsiva diante da quase certeza de inocência dos brasileiros. Eles são os 12 corintianos detidos sob a suspeita de participação na morte de Kevin Beltrán Espada, o adolescente boliviano de 14 anos que foi atingido, há pouco mais de um mês, por um sinalizador quando via uma partida de futebol. Provas inequívocas, porém, revelam que as suspeitas não têm cabimento. A polícia boliviana já possui elementos suficientes para confirmar a ausência de culpa da maioria dos corintianos presos em Oruro. Se é assim, por que eles continuam detidos? Por que estão sendo torturados? Por que foram abandonados pela diplomacia brasileira? Por que o Brasil virou as costas para eles?
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TRAGÉDIA 
Kevin Espada (à esq.), morto ao ser alvejado pelo sinalizador disparado no meio 
da orcida do Corinthians, e o brasileiro H. A. M., de 17 anos, que confessou o crime
A resposta para todas essas perguntas parece convergir para um único caminho: eles são desprezados porque são torcedores de futebol. Por mais que as torcidas organizadas tenham protagonizado pavorosos atos de violência nos últimos anos (e é lamentável a ineficiência da Justiça brasileira, incapaz de levar à cadeia criminosos travestidos de torcedores), não está certo deixar os corintianos à própria sorte apenas porque eles pertencem a grupos repudiados pela sociedade. É impossível dizer com certeza se algum dos torcedores presos já se comportou mal diante de fãs de times rivais (provavelmente sim), mas isso deveria dizer respeito a outra investigação. No que se refere à morte de Kevin, a maioria dos corintianos já provou ser inocente. Basta observar com atenção as imagens de vídeo gravadas no dia da tragédia. 

No exato momento em que o sinalizador é disparado, alguns torcedores que mais tarde seriam presos pelos bolivianos tocavam tambores animadamente. Como poderiam ter usado as mãos para acender o artefato fatal se elas estavam, conforme revelam as gravações, ocupadas com instrumentos musicais? Outros que também foram arrastados para o presídio nem sequer tinham entrado no estádio quando o sinalizador foi disparado, informação que é confirmada pelos próprios policiais bolivianos. E há ainda o depoimento de um garoto de 17 anos que confessou o crime para as autoridades brasileiras (embora a autoria do disparo do sinalizador não tenha sido oficialmente confirmada pela perícia boliviana). Isso tudo só reforça a arbitrariedade das prisões e o absurdo da permanência dos corintianos no presídio de San Pedro. Por que, então, a diplomacia do Brasil não os retira daquele inferno? “O governo brasileiro tem feito gestões para garantir um tratamento humanitário aos cidadãos detidos em Oruro, mas não pode interferir no Judiciário boliviano”, diz Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores.
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Embora tenha acionado a embaixada em La Paz, o Itamaraty trata o caso de forma burocrática. Patriota chegou a telefonar para seu colega boliviano, David Choquehuanca, e comentou superficialmente sobre o caso em encontro recente com o presidente Evo Morales. Nos últimos dias, o assunto perdeu importância na agenda do chanceler e ficou restrito ao âmbito consular. O que significa isso? Certamente uma má notícia para os corintianos. Apenas profissionais de perfil técnico, que carecem de respaldo político, trabalham para tirar os torcedores da Bolívia. Em outras palavras: sem o peso de autoridades do alto escalão, a chance de os brasileiros se livrarem do cárcere diminui consideravelmente. Um diplomata declarou à ISTOÉ que o governo não tem se esforçado em defender os torcedores organizados do Corinthians porque teme o desgaste político que isso possa acarretar. Ninguém quer, nestes tempos pré-eleitorais, associar sua imagem com torcidas que possuem históricos de violência. O que o governo brasileiro não entendeu é que essa questão não tem nada a ver com futebol. Fossem os torcedores presos são-paulinos, flamenguistas ou palmeirenses, não faria diferença alguma. Se eles são inocentes, como é o caso dos corintianos em Oruro, devem ser libertados imediatamente. Mesmo se fossem culpados, torturas como a praticada nos calabouços bolivianos não são aceitáveis.
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Talvez as autoridades se sensibilizem ao ouvir o relato dos torcedores. O repórter Rodrigo Cardoso entrevistou, por telefone, seis dos 12 corintianos encarcerados (leia os depoimentos nos quadros desta reportagem). Ele conseguiu a façanha graças a uma aberração do sistema prisional boliviano. Dentro da cadeia de San Pedro há um orelhão. Basta discar o número do telefone – e ter a sorte de não ser maltratado pelo boliviano do outro lado da linha – para conversar com os detentos. Isso mesmo. Digamos que fulano tenha praticado um crime. Se você quiser falar com ele, é só telefonar. É assim que os familiares dos corintianos matam a saudade e colhem notícias do sufoco que os brasileiros estão enfrentando. 

Nas conversas com os corintianos, sentimentos como tristeza, revolta e, principalmente, pânico revelaram-se à reportagem de ISTOÉ. “Ou a gente mata um ou a gente morre”, diz Danilo Silva de Oliveira, 27 anos. Sua maior preocupação são os presos bolivianos, que carregam facas e punhais sem serem importunados pelos policiais. Os brasileiros são odiados e temem um acesso de fúria dos outros presidiários, muitos deles usuários de drogas, que são consumidas ali mesmo, diante de todos. Danilo já foi quatro vezes para o hospital. A bronquite, que desde a infância não dava sinal de vida, reapareceu na Bolívia. Além disso, a dor provocada por uma infecção urinária, associada a diarreia, o impede de dormir direito.
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Danilo não é o tipo que costuma ser ligado a torcidas organizadas. Ele já trabalhou em empresas como Coca-Cola e Telefônica e hoje dá expediente como assistente de logística e com carteira de trabalho registrada, em uma companhia especializada em transportes. Em sua casa de classe média na zona sul de São Paulo, o quarto está recheado de símbolos do Corinthians – o travesseiro, o cobertor, os porta-retratos, tudo lembra seu time de coração. Os pais jamais aprovaram a paixão sem limites pelo Corinthians e tentaram convencê-lo a abrir mão da viagem para a Bolívia, que ele planejou por estar de folga no trabalho. “Meu filho é um menino carinhoso, que adora ficar em casa com a namorada e detesta briga”, diz Lucimar Silva de Oliveira. Nesse aspecto, ele parece mesmo fugir do estereótipo do monstro que, na visão das pessoas, frequenta as torcidas organizadas. Na certa, há muita gente nesses grupos que só pensa em violência e faz um mal danado para o futebol. Mas há pessoas que certamente não são assim.
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As famílias têm sofrido tanto quanto os torcedores presos. É triste ver a preocupação estampada na cara da cozinheira Joselita Neves, mãe de Fábio Neves, um dos torcedores que tiveram o azar de ir para o calabouço na Bolívia. “O Fábio não me conta tudo, mas sei por outras pessoas que ele está sofrendo muito”, diz dona Joselita, afundada no sofá amarelo de sua sala. Desde que soube que o filho está preso, ela passou a viver à base de calmantes. Nos últimos dias, tem enfrentado problemas financeiros. Quem mantém a casa é o próprio Fábio, que ganha entre R$ 300 e R$ 400 por semana para vender frutas em São Paulo. Sem o dinheiro dele, o aluguel de R$ 800 atrasou e o dono do imóvel não para de cobrar a fatura. Para piorar, dona Joselita recebeu na quarta-feira 20 a conta do celular: R$ 1,2 mil, resultado de seus telefonemas diários para a Bolívia. Quem vai arcar com a fatura? Ela não tem a menor ideia. “O Corinthians, o governo do Brasil, os políticos, ninguém me ligou para saber como uma mãe desesperada está se sentindo”, diz ela. Para a direção corintiana, a situação é complicada. Prestar ajudar significa assumir que eles são parte indissociável do clube – e, assim, assumir a responsabilidade pelos atos dos torcedores. Não fazer nada parece soberba e indiferença. É uma equação que não fecha e o Corinthians não sabe como resolver.
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PRISÃO AUTORITÁRIA
Alguns dos brasileiros presos na penitenciária, em Oruro (à dir.), dizem 
que nem sequer haviam entrado no estádio quando o sinalizador foi acionado
(centro). À esquerda, manifestação, em São Paulo, pela libertação dos torcedores
O abandono dos torcedores corintianos só não tem sido maior pela ação isolada de algumas pessoas. No caso do Corinthians, dois diretores conversam com frequência com os presidiários na Bolívia. No Brasil, o deputado federal Walter Feldman (PSDB-SP) tem sido uma figura importante para ajudar os torcedores detidos. São-paulino de coração, Feldman, por razões eleitorais ou não, abraçou a causa. Há duas semanas, aproveitou uma viagem à Bolívia para visitar os corintianos e ficou estarrecido com o que viu. “Dentro do presídio, as condições são desumanas e está claro o risco de vida que os brasileiros correm”, diz Feldman, que criou um grupo na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional para tratar da libertação dos torcedores corintianos. Segundo ele, é certo que, no dia 4 de abril, uma comitiva de autoridades brasileiras irá à Bolívia para negociar com a Justiça local a transferência dos torcedores para uma prisão domiciliar. Em Oruro, os advogados de defesa dos torcedores se preparam para impetrar um pedido de habeas corpus. Essa é a nova esperança que alimenta os brasileiros presos. Quando esteve na Bolívia, Feldman foi alertado sobre o “conteúdo político” da prisão dos corintianos. Seria uma espécie de retaliação ao refúgio dado pela embaixada brasileira ao senador Roger Pinto, da oposição. O parlamentar, do partido de direita Convergência Nacional (CN), responde a mais de 20 processos na Justiça boliviana por acusações que vão de corrupção à chacina de indígenas.
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No filme “Expresso da Meia-Noite”, do cineasta inglês Alan Parker, um americano sofre o diabo em uma prisão turca, que aparece como o verdadeiro inferno na terra, dominada por assassinos, traficantes e gente que está disposta a tudo para fazer o mal a outras pessoas.  Os cárceres bolivianos não estão muito longe disso. Além dos maus-tratos aos presos e da prática abominável da tortura, os presídios do país mais pobre da América do Sul são controlados por uma intrincada rede de corrupção. Não é exagero dizer que, na maioria dos casos, só sai da cadeia quem paga – caro – por isso. Ou seja: se você, por um azar qualquer, for preso no continente americano, como os torcedores corintianos, o pior lugar para que isso aconteça é a Bolívia. Segundo relatos de diplomatas que acompanham o caso, os prisioneiros estrangeiros são usados, no país, como instrumento de barganha política e, na maioria das vezes, como fonte inesgotável de recursos. “De réus, os corintianos correm o risco de se tornar reféns de um sistema judicial corrupto e falido”, comenta um diplomata veterano.
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A senha foi dada na última audiência com a presença dos torcedores corintianos. À saída do tribunal, um diplomata brasileiro foi abordado por um homem boliviano que se identificou como advogado. “Ele me disse que poderia soltar os rapazes”, diz a fonte de ISTOÉ. “Era só uma questão de dinheiro.” Esse diplomata afirma que o sistema judicial da Bolívia funciona como um balcão de negócios. Para conseguir que um processo avance na Justiça, é preciso pagar US$ 100. Se o preso desembolsar US$ 400, dá para passar um fim de semana fora da prisão. A sentença mais barata sai em torno de US$ 15 mil, valor que seria cobrado para liberar cada um dos torcedores brasileiros. Uma conta rápida revela quanto custaria, de acordo com o assédio desse emissário boliviano, a soltura dos 12 brasileiros: US$ 180 mil. “Tenho certeza de que, se esse valor for pago, os brasileiros voltam para casa rapidinho”, afirma o diplomata. O sistema judicial da Bolívia é tão corrupto que virou piada. “A gente chama isso aqui de unboliviable”, diz um funcionário brasileiro, num trocadilho com a palavra americana “unbelievable”, que significa inacreditável. 

Alheios às questões políticas e financeiras, os 12 corintianos esperam que as autoridades brasileiras façam o seu papel, que é o de proteger seus cidadãos enroscados em questões jurídicas, a despeito da inclinação ideológica ou do time para o qual torcem. Na quinta-feira 21, a reportagem da ISTOÉ percebeu como a prisão de pessoas inocentes é estúpida e como ela é capaz de causar estragos. J.V. é um garoto esperto de 4 anos, que não quer ir para a escola porque o pai, o motorista Marco Aurélio Nefeire, faz tempo que não aparece em casa. Marco Aurélio é um dos 12 corintianos presos na Bolívia. Ele está prestes a ter outra criança: sua mulher, Ivone Rodrigues, está grávida de oito meses. J.V. não é bobo. “Eu quero ir pra Bolívia”, diz o menino. “Tenho medo que meu pai nunca mais volte de lá. Se ele não voltar, eu vou pra lá.”

Fonte: ISTOÉIndependente 

sexta-feira, 22 de março de 2013

Tite se mostra honrado com possível renovação de contrato com o Corinthians


Tite superou a turbulência e comandou o Corinthians para as conquistas do brasileiro, da Libertadores e do Mundial, fazendo história. História que Tite pode consolidar ainda mais com uma marca individual. Se somada sua primeira passagem pelo Corinthians (2004-2005), o treinador soma 214 partidas à frente do elenco alvinegro. A tendência é que ele passe Amílcar e Rato, com 240 e 257 jogos, respectivamente, e se torne o segundo treinador com a maior longevidade no Corinthians. 

Tite no comando do Corinthians 

Questionado sobre o futuro, Tite não escondeu a alegria, mas prefere focar no presente. "Eu respondi essa pergunta para o Juca Kfouri, me deixa cheio de orgulho e assusta. Deixa eu pensar no próximo jogo", disse.

Porém, no fim das contas, ele indicou a satisfação pela possibilidade de alcançar a marca e de estender o seu vínculo, que se encerrará no final do ano. "Se o Corinthians me convidar, mas que orgulho, vou quebrar uma longevidade de técnico no Brasil, é um orgulho danado", afirmou

Se Tite se anima quanto à possibilidade de ampliar a sua história no clube de Parque São Jorge, ele não vai tão adiante a ponto de igualar Oswaldo Brandão, que comandou o time em 439 confrontos e é o líder na questão da longevidade. "Ele vai ser imbatível."

Valmir, Oswaldo Brandão e Zezé

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Andrés Sanches lança livro - “O mais louco do bando”

O atual diretor de seleções da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanches, lançou na noite desta segunda-feira, em um evento na região central de São Paulo, o livro “O mais louco do bando”. Na obra, o cartola conta os bastidores de sua gestão à frente do clube, entre os anos de 2007 e 2011.


Com a promessa de contar tudo sobre a administração, “sem papas na língua”, Andrés escreveu, em parceria com Tadeo Sanchez Oller, um relato sobre suas contrastantes experiências: dos títulos do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil em 2009, com a contratação de Ronaldo e a ampliação de receitas do Timão para mais de R$ 200 milhões, às decepções do rebaixamento no Brasileirão e a eliminação para o Deportes Tolima-COL na Libertadores da América do ano passado.

– O livro é totalmente sobre a minha vida, com coisas sobre os quatro anos na presidência do Corinthians. Mesclei as duas partes porque uma está ligada a outra. Escrever o livro foi um pedido que ouvi de muitos torcedores. As pessoas querem saber de onde você veio, por onde passou e o que fez. Nada mais justo eles terem conhecimento – declarou.

O lançamento contou com a presença do presidente da CBF, José Maria Marin, além diretores, conselheiros e muitos torcedores do Timão, que pediram constantemente uma vitória contra o Santos, na quarta-feira. Do atual elenco, Tite, Julio Cesar, Ralf, Paulinho, Liedson, Marquinhos, Leandro Castán, Danilo Fernanes, Edenílson, Alex, Willian e Jorge Henrique também estiveram no local. Sobre o camisa 23, aliás, Andrés soltou uma pérola ao ver o carinho dos torcedores com o atacante corintiano.

– Se eles soubessem da metade, hem? – disse o ex-presidente para Jorge Henrique, arrancando risadas dos dois.

O livro tem 224 páginas de texto, além de outras 28 somente de fotos. Vendido ao preço sugerido de R$ 29,90, é o segundo livro de um astro corintiano neste ano: no início de março, o zagueiro Paulo André já havia lançado “O Jogo da Minha Vida – Histórias e Reflexões de um Atleta”, sobre histórias de sua carreira e dicas gerais para novos jogadores de futebol.

domingo, 17 de junho de 2012

Cerimônia coletiva na Arena Corinthians

Sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim, sim... A resposta à famosa pergunta “você aceita fulana como sua legítima esposa (o)?” foi repetida 63 vezes na manhã deste domingo, na Arena Corinthians, em Itaquera, durante casamento coletivo organizado pela Odebrecht, construtora responsável pela obra.

A maioria dos casais estava presente para oficializar uma união de anos. Afinal, muitos deles já moram juntos e até possuem filhos. Mas em alguns casos, o nervosismo é inevitável. Caso de Joseildo Emídio da Silva. Mesmo depois de sete anos morando com Daniela da Silva Moura, o operário tremia as mãos.

casamento coletivo estádio itaquerão corinhtians (Foto: Marcos Ribolli  / Globoesporte.com) 
 
Na hora de provar as alianças, cedidas pela construtora ao casal, o rapaz mal conseguia encaixá-la em seu dedo. Ao seu lado, a sorridente esposa exibia um buquê diferente dos das demais noivas. Ela “recusou” o que seria fornecido pela Odebrecht para usar aquele que foi dado de presente pelo noivo.

- Eu fui ao mercado, comprei um vaso de flores, uns arranjos, um símbolo do Corinthians e eu mesmo fiz o buquê dela – contou, empolgado, Joseildo. Daniela é corintiana fanática e ficou feliz em ter a chance de oficializar sua união com o operário no palco da abertura da Copa do Mundo.

Dentre os 63 casais que estiveram em Itaquera no casamento deste domingo, um se destacou pelo fato de os dois (noivo e noiva) trabalharem na obra. Daniela e Luis Fernando trabalham em turnos diferentes, é verdade, mas estão juntos até mesmo no registro na carteira de trabalho.

- Eu comecei primeiro na área administrativa. Aí quando vi que tinha oportunidade para ele, o avisei. Agora ele é ajudante de produção – declarou Daniela.

Não foram apenas os operários que aproveitaram para oficializar os casamentos informais. Teve engenheiro chefe da obra que levou a mulher para receber uma benção pelas Bodas de Pérola (30 anos de casamento). Frederico Barbosa, gerente operacional da Arena Corinthians, estava todo feliz ao lado de Andréa.

- É a hora do se vira nos 30 (risos). É um prazer para mim vir compartilhar esse momento importante com os operários – falou o engenheiro.
Antes de o casamento começar, quem esteve na Arena Corinthians para dizer algumas palavras aos casais foi Andrés Sanches, ex-presidente do Timão e agora diretor de seleções da CBF. Em seu discurso, o cartola valorizou a ação da construtora e a oportunidade de regularização dos casamentos.


- Além do orgulho de vocês estarem construindo esse estádio, tenho orgulho das iniciativas que vocês têm tomado aqui. Essa é a chance de regularizar as uniões de vocês. Quero agradecer também às esposas que deixam seus maridos saírem no domingo para ver o jogo do Corinthians – brincou Sanches.

O casamento coletivo em Itaquera, palco da abertura da Copa do Mundo, começou com a cerimônia civil. Depois de casados em nome da lei, os noivos se dividiram para a benção religiosa. Havia espaço para católicos e evangélicos. Todos os casais receberam um par de alianças e os registros do cartório e da igreja.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Corinthians lança linha de lingerie

A diretoria corintiana tem desenvolvido uma série de ações de marketing nos últimos anos. A última delas foi divulgada nesta segunda-feira: uma linha de lingeries com a temática e as cores do clube paulista.


O Corinthians aposta no envolvimento cada vez maior do público feminino e criou, em parceira com a loja Sapeka Lingerie, uma linha específica voltada para as torcedoras da equipe. As lingeries estarão à venda a partir da próxima terça-feira na loja oficial do clube ou no site da Sapeka.
 
O evento de lançamento da novidade acontece na próxima terça, na megaloja do Parque São Jorge, às 13h, e contará com a presença das irmãs e modelos Ana Paula e Tatiane Minerato, que posaram para um ensaio de fotos vestindo as lingeries.

 

sábado, 26 de maio de 2012

Não saberia viver sem o Corinthians!


Revendo videos da Quarta-feira passada, me fez lembrar a sensação que senti naquela noite. Como de costume, sentei na sala sozinha, vestida com a camisa, do lado meu terço que sempre anda comigo, o PC. Estava armada para a partida decisiva. Logo no começo da partida a Fiel tirou de mim as primeiras lagrimas, como não reagir diante de tamanho amor, eu assim como vários loucos mesmo longe do Pacaembu estávamos cantando com o mesmo fervor, vibrando com a mesma intensidade daqueles que ali se encontravam. 


O jogo como se esperava foi de total apreensão.  Incrível a consistência tática das duas equipes. Parecia que eles poderiam jogar anos e não sairiam do 0x0, mas meu Corinthianismo não deixava de acreditar que nós sairíamos com a vitória. A cada bola, o meu pensamento buscava o nosso santo protetor. E eu gritava: E agora São Jorge. Eu sei que ele estava guardando o melhor por fim da festa. 

Se é Corinthians tem que ter um susto para que a vitória seja ainda mais comemorada, e ela teve inicio nós pés de Alessandro. O lateral errou e entregou o ouro a Diego Souza. Aqueles segundos parecerem eternidade, eu nunca sofri tanta com algo que nem chegou a acontecer.  Enquanto Diego Souza corria com a bola, não deixava de pensar que não merecíamos, não naquele momento, não daquela forma.  E não foi. Graças a Cássio, Graças a São Jorge, Graças a Fiel Torcida que tirou com os olhos aquela bola. Graças a Diego Souza. 

Quando chegou as 40 minutos meu coração ainda acreditava na vitória no tempo normal, apesar de que a razão já querendo tomar espaço dizia que iríamos para as penalidades.

Aos 43 Alex se prepara para bater o escanteio, Eu e São Jorge estávamos juntos. Tinha certeza que era aquela bola.  Paulinho, Eu, São Jorge e mais de 30 milhões de loucos subimos juntos. Gol da vitoria, da classificação, gol da euforia.


Como descrever a emoção que senti nós minutos que seguiram. Confesso tremi, não sentia  as pernas, as lagrimas escorreram pelos olhos, um suor frio. E a certeza de que é um amor puro, incondicional, arrebatador não consigo ficar indiferente. Podem me criticar mais o Corinthians é diferente. Uma energia única, uma mistura de sentimentos. sofrimento e emoção. Drama e superação. E a certeza de que tudo dará certo no final.

A certeza que tenho é que vou morrer. A outra, é que vou morrer com orgulho do meu Corinthians.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Neozelandês atravessa o mundo para treinar no Corinthians!

Uma história aparentemente comum no futebol brasileiro. Um adolescente de 14 anos, que joga bola desde os cinco, precisa fazer esforços gigantescos para realizar testes em seu clube de coração. A situação financeira do jovem e franzino meia esquerdo não é favorável e requer sacrifícios de toda a família. A cidade natal é distante e a previsão de gastos com transporte, hospedagem e alimentação assustam. 


A história é aparentemente comum por aqui. Ainda mais em um clube do tamanho do Corinthians, que possui uma nação formada por 30 milhões de torcedores. Mas só aparentemente. No Parque São Jorge, a versão ganhou 12 mil quilômetros a mais e sotaque inglês. Apaixonado por futebol no 'país do rúgbi', o neozelandês Emman Rahimi batalhou, se uniu à mãe para vender chocolate nas horas vagas -, até no intervalo das aulas do colégio e atravessou o mundo para treinar na categoria Sub -15 do Timão. 

O jovem Rahimi é um belo exemplo de superação e amor pelo futebol.

Fã incondicional de Ronaldo, Emman sempre acompanhou a carreira do Fenômeno. Após a passagem do maior artilheiro de todas as Copas do Mundo pelo Corinthians, o jovem neozelandês passou a nutrir o sonho de jogar na mesma equipe de seu ídolo. Além do desafio financeiro, Rahimi também viveu um drama familiar ao saber que seu pai havia sido diagnosticado com câncer. Entretanto, nenhum dos obstáculos foi capaz de impedi-lo. 



Após seis semanas de treinos e muito aprendizado com o técnico Leandro Floriano e os companheiros de Sub-15, Emman, que pretende, mas depende de ajuda para permanecer mais tempo no Brasil, já se prepara para voltar ao seu país na próxima quarta-feira (28). Antes disso, ainda deseja ver o seu primeiro jogo do Corinthians in loco, clássico contra o Palmeiras, neste domingo, no estádio Pacaembu, em São Paulo e, se possivel, realizar o sonho de conhecer Ronaldo pessoalmente. Feliz com a sua evolução e com o acolhimento dos profissionais do Clube, ele garante: 'Se não conseguir ajuda para ficar mais tempo agora, volto definitivamente em janeiro'. Para quem já provou ser capaz de superar todas as barreiras, não há dúvidas de que os obstáculos serão novamente ultrapassados e que Rahimi escreverá mais um capítulo de sua bonita história de vida por aqui. 


Fonte: Site Oficial do Corinthians

segunda-feira, 19 de março de 2012

Rede social própria - O 'Bando de Loucos'

O Corinthians lança nesta segunda-feira o 'Bando de Loucos', seu próprio site de relacionamento na internet. A plataforma tem como objetivo fortalecer a presença do clube no meio digital, para integrar torcedores e jogadores em um mesmo ambiente. O www.bandodeloucos.com.br passa pelos últimos ajustes para ir ao ar na noite desta segunda. 


'A partir de agora, os mais de 30 milhões de torcedores Corinthianos espalhados pelo mundo terão um site de relacionamento exclusivo para compartilhar noticias, eventos, formar novas amizades, discutir sobre o time, participar de promoções, entre outras ações', informa o departamento de marketing alvinegro.

A rede social Corinthiana surge da parceria com uma empresa de marketing digital e uma agência de publicidade. 'O GrupoEC e a agência Primithiva investiram mais de R$ 5 milhões neste projeto ao longo de seis meses', afirma o clube. 

A administração da rede social promete anunciar patrocinadores e parceiros em breve para fornecer prêmios e brindes aos internautas. Será criado um ranking para pontuar quem mais participar da rede.

Dessa forma, o clube paulista busca explorar sua força na internet, já que possui mais de 2 milhões de fãs no Facebook, 900 mil seguidores no Twitter e quase 700 mil pessoas na comunidade oficial do Orkut